A Amizade é um Amor que nunca morre!

Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010

                                O

 

 

...Ele afasta-se, pega-lhe nas mãos e puxa-a para ele, pondo-a de pé, ficando os dois frente a frente. Cola o seu corpo ao dela, beija-a e leva-a para o duche, como ela tinha pedido na noite anterior.

Aí foi loucura completa, com a água a correr pelos corpos nus, ela virou-se de costas para ele, inclinou-se para a frente e sentiu novamente o seu membro a roçar entre as suas pernas que entretanto ele tinha entreaberto, e a dar “marradinhas” no centro do seu tesão, esperando que ele a penetrasse ali mesmo, mas ele não o fez, ajoelhou-se e começou a explorar o corpo dela agora com a sua língua, levando-a à loucura. Ela gemeu de prazer, um prazer diferente de todo o que tinha tido até aquele dia, um prazer que a fez esquecer o mundo lá fora. O banho continuou entre troca de carícias mais atrevidas, provocações. Até que não deu mais para aguentar, saíram do duche e foram para a cama, ela não o deixou limpar e deitou-o na cama ainda molhado começando a secá-lo com a sua língua, lambendo toda a água de todos os cantinhos do corpo dele, sem esquecer nenhum, como de uma gata se tratasse.
Ele já completamente doido de desejo, virou-a, pondo-a de 4 e começou ele por sua vez a “judiar” dela, brincando com o corpo dela, tocando em sítios onde ela nunca tinha sido tocada daquela forma, como se se tivesse guardado para aquele momento, só para ele. Então sentiu o membro dele a roçar por esse mesmo sítio e delirou gemendo e delirou mais ainda quando ele juntou a sua mão à dela e começaram, ao mesmo tempo, a acariciar o local onde ela tinha concentrado todo o seu tesão. Ela gritou de prazer e pediu-lhe entre gemidos que a penetrasse naquele mesmo instante e ele assim o fez. Penetrou-a onde ela nunca tinha sido penetrada, com meiguice e ela acabou por se enterrar toda nele e sentiu o prazer máximo.
Entretanto e para prolongar mais o momento, ela pediu-lhe para ele se deitar para ela se poder sentar nele e enterrou-se nele, primeiro devagarinho para o deixar ainda mais louco de desejo e depois de uma só vez, enterrou-se toda nele. Senti-o dentro dela, todo e gritou novamente de prazer. Ele não aguentando mais, virou-a e deitou-a na cama. Ela pediu-lhe a gemer: “vem, enterra-te todo em mim, não aguento mais”, e ele fez-lhe a vontade, penetrou-a e após algum tempo de amor intenso atingiram o clímax os dois, juntamente, ao mesmo tempo, como loucos e de uma forma única, cheia de paixão. Deixaram de ouvir o mundo, deixaram de ver o tempo a passar, deixaram de pensar e apenas passaram a ouvir um gemido único; dois gemidos que se transformaram num só, tão em sintonia estavam.
Deitaram-se lado a lado e beijaram-se vezes sem parar, a olhar um para o outro e a sorrir sem precisarem de falar, pois cada um sentia o que o outro estava a sentir.
Ela aninhou-se no peito dele enquanto ele lhe afagava o cabelo e lhe sussurrava ao ouvido: “amo-te, adoro-te”.
Voltaram à realidade, começaram a vestir-se e regressaram cada um à sua vida mas não sem antes se beijarem novamente vezes sem conta e prometeram voltar, pois tinha sido um dia muito especial para os dois.
Durante o dia as mensagens continuaram, mas desta vez mais calmas.
 
Ele: Amo-te
Ela: Eu também, muito. Para a próxima levo chantilly…
 

 

sinto-me:
publicado por desabafos_da_Ana às 06:00
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Olá amiguinha Ana, dou-te os meus parabéns pelo teu post. é uma boa história erótica, e sem grandes Alardes. Está muito clara, mas ao mesmo tempo contida para não chocar as mentes mais perversas. Só mais uma achega, eu adicionei aos meus favoritos, gostei muito. Um beijinho deste amigo. Eduardo.
Fisga a 18 de Janeiro de 2010 às 20:28

Obrigada.
Mas afinal o amor não pode nem deve ser algo que choque!
Se foi contida, digamos que a escrita sim, lollll e mais não posso contar afinal como diz a crença popular, " o segredo é a alma do negócio"!
Beijoca

Olá amiga Ana. Todos nós sabemos que o amor não tem limites, costuma-se dizer que no amor, vale tudo, menos tirar olhos. Também toda a gente sabe que há muitas mentes fechadas para tudo até para o amor. Quanto à contenção, claro que me refiro à escrita! Porque as mesmas palavras, ditas de outra forma poderiam ser consideradas obchanas . Um beijo. Eduardo.
Fisga a 20 de Janeiro de 2010 às 11:18


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